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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

FÉRIAS - PERIGO NO AR

Com o verão e as condições favoráveis de vento, muitas pessoas aproveitam o tempo livre para praticar atividades ao ar livre. Uma das ações mais procurada no período é a prática de empinar pipa (papagaio).

Mas a brincadeira inofensiva pode se tornar perigosa muitas vezes devido ao cerol, passado na linha. O cerol é utilizado pela maioria dos garotos para cortar a linha de outras pipas, consideradas como “adversárias”, o uso dele, além de ser ilegal, pode causar curtos-circuitos, cortar fios elétricos, além de ser um risco aos pedestres, ciclistas e principalmente motociclistas.


quinta-feira, 15 de agosto de 2013

PROTETOR DE COLUNA


Conhecido em pistas de competição os protetores de coluna complementam o uso do capacete estendendo a proteção ao sistema neurológico.

Vídeo Explicativo


terça-feira, 2 de julho de 2013

LIBERDADE EM DUAS RODAS NÃO TEM PREÇO

Dicas para pilotar sua moto com segurança
A liberdade sobre duas rodas não tem preço. Mas, pilotar a motocicleta com segurança é fundamental para evitar riscos de acidentes em rodovias, ruas e avenidas. Andar por aí com responsabilidade é a regra. Destacamos algumas dicas apontadas pela ABRAM (Associação Brasileira de Motociclistas), que fazem a diferença:
- Veja e seja visto: esse lema de segurança também vale muito na estrada. A primeira medida é ligar o farol assim que sair de casa. Com o farol ligado, mesmo de dia, a visualização da moto fica muito mais fácil pelos motoristas que vão à frente. Fique atento também a veículos mais rápidos que possam estar se aproximando atrás.
- Conheça bem sua moto e deixe-a sempre em boas condições.
- Lembre-se de mudar a calibragem dos pneus quando for transitar com “passageiro”.
- Use sempre o capacete e todos os equipamentos de segurança.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Aprenda como devem ser seus equipamentos de proteção na hora de pilotar

O capacete é o equipamentos de proteção para motociclistas mais visível, mas não é o único necessário em caso de acidente. Confira algumas dicas para garantir um pouco mais de sorte na hora em que o azar chegar. A maior parte das lesões em acidentes, mesmo em pequenas quedas, se dão nos pontos do corpo mais expostos ao impacto. Além da cabeça, as mãos, os pés, cotovelos e joelhos são os locais onde a possibilidade de o motociclista se lesionar é sempre maior. Por isso, além do uso de capacetes, o motociclista não deve sair sem luvas, botas, cotoveleiras e joelheiras.
Os motociclistas deveriam aprender uma lição com os profissionais das corridas de moto, que nunca saem sem estar totalmente protegidos. Mesmo pensando que uma pequena viagem pela cidade em uma motoneta não tem perigo, a verdade é que a taxa de acidentes graves é maior nas estradas e nas ruas do que nas pistas. Nas estradas tem sempre um outro carro, uma parede ou uma árvore espreitando, enquanto nas pistas só tem mesmo área de escape sem obstáculo. Por isso, usar capacetes e equipamentos é a melhor garantia para reduzir a gravidade de uma lesão em caso de acidente.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Motocicleta - Iluminação é tudo



Que atire a primeira pedra o motociclista que nunca sentiu falta de um farol mais potente em sua motocicleta enquanto pilotava à noite. Ou então que tomou uma fechada de um carro durante o dia e o motorista alegou não ter visto a moto de farol aceso.
Os veículos de duas rodas não têm uma iluminação tão eficiente quanto à dos automóveis. Como alternativa para melhorar o poder de iluminação do farol de uma motocicleta e se destacarem no meio do trânsito, as lâmpadas de xenon foram a opção de milhares de motociclistas.
Mas em função da resolução 294 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que regulamenta do uso de faróis de xenon, o equipamento não poderá mais ser instalado em motocicletas.
A resolução determina que a partir de primeiro de janeiro de 2009 os veículos equipados com faróis de xenon devem ter um dispositivo de regulagem de altura do facho em função de desníveis na pista ou sobrecarga no veículo. Além disso, devem estar equipados com dispositivo de limpeza do farol. Não é o caso das motos.

Pilotar moto à noite exige atenção redobrada e alguns cuidados

Pilotar moto à noite exige atenção redobrada e alguns cuidados
Andar de moto à noite é sempre um desafio, pois a luminosidade fica bastante reduzida. Momento do motociclista ficar atento e redobrar os cuidados, já que a visão fica prejudicada e pode ocorrer ofuscamento. Por isso é importante agir com segurança e evitar alguns riscos, como a redução na noção de profundidade e alteração na percepção dos espaços e movimentos. Além disso, os olhos deixam de perceber algumas cores com tanta nitidez, sendo o vermelho a primeira tonalidade a ser limitada – justamente a cor que sinaliza veículos à sua frente assim como os momentos de freadas. 

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Perigo para motociclistas: saiba como escapar do cerol

Perigo para motociclistas: saiba como escapar do cerol

O que para a garotada (e também muitos marmanjos) é uma brincadeira, para os motociclistas é um risco de morte. O cerol, uma mistura de cola e vidro moído aplicadas nas linhas das pipas ou “papagaios” é um material cortante que já fez e continua fazendo muitas vítimas, apesar de proibidos por lei.

Em contato com a pele, o cerol e seus assemelhados, como a “linha chilena” (versão ainda mais perigosa, que substitui o vidro por pó de alumínio), têm o mesmo poder cortante de uma navalha. Somando a dificuldade de fiscalização pelos órgãos públicos com o aumento acentuado da frota de motocicletas nos últimos anos, o resultado é que o número de acidentes com as linhas afiadas - muitos instantaneamente fatais – é cada vez maior.
Não existem estatísticas oficiais a respeito, mas estudos apontam que, entre os motociclistas, de cada dez lesões, oito atingem a região entre o pescoço e a face. Em sua maior parte, as mortes são causadas pela grande perda de sangue decorrente de cortes profundos nas artérias que passam por essa região.
Como se proteger?

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Seja cuidadoso com os acessórios para sua moto

 Seja cuidadoso com os acessórios para sua moto
O conhecimento das normas do CTB evitaria transtornos e prejuízos para lojistas e consumidores
O cliente entra na loja e pede uma simples moldura para enfeitar a placa de sua moto. Acessório simples, barato, mas que vai dar “um toque especial” ao veículo. Na hora do licenciamento, a decepção. O funcionário do Ciretran responsável pela vistoria pede para a moldura ser retirada porque o uso dela é proibido. Ressabiado, o cliente volta à loja para reclamar, devolve o acessório, recebe o dinheiro de volta ou troca por outro item.
Acontecimentos assim não são raros no cotidiano de lojistas e motociclistas. A questão é que o CTB (Código de Trânsito Brasileiro) é bastante amplo com muitos parágrafos, centenas de resoluções e lacunas a serem preenchidas, o que o torna um “tanto distante” da maioria da população.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Motos ganham itens de luxo para trazer conforto e segurança ao piloto

Motos ganham itens de luxo para trazer conforto e segurança ao piloto
Quem tem carro de luxo já se acostumou ao requinte e conforto de equipamentos como câmbio automático, faróis direcionais e de xenônio, cruise control, controle automático do volume do som, entrada para iPod/iPhone, tomada de 12V, etc. O que muitos motociclistas ficarão surpresos de saber, é que esses sistemas também estão disponíveis em diversas motos.
Um dos maiores desafios para o motociclista nesta época, é encarar o frio sobre duas rodas. Até mesmo atletas bem preparados sofrem com a hipotermia, quando expostos à baixas temperaturas. Para auxiliar o piloto, muitas motos já vêm equipadas com aquecedores nas manoplas e até nos bancos. No verão esses equipamentos podem parecer inúteis, mas experimente viajar para as serras gaúcha e catarinense durante o inverno. Certamente seu acompanhante gostará da ideia de poder regular o aquecimento de seu banco de forma independente.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

De olho nos pneus


Os pneus são itens essenciais para se pilotar com segurança e até mesmo para o bom funcionamento de toda a motocicleta. Porém, são lembrados apenas quando sua substituição passa a ser a única solução. E aí está o perigo. Pneumáticos em bom estado são fundamentais para a segurança do piloto. Fique atento às dicas e cuidados básicos com os pneus.

Na hora da compra
Ao escolher pneus novos para sua moto, é importante ficar atento às especificações técnicas para saber se estão de acordo com os requisitos do equipamento de duas rodas, o tipo de terreno e a forma de utilização. Existem os compostos mais duros, que sofrem menos com o desgaste; e os mais macios, que oferecem maior aderência. Procure escolher aquele mais adequado às suas necessidades para não ter nenhuma dor de cabeça no futuro.

Uma dúvida comum entre os motociclistas na hora da compra é não saber interpretar os pequenos números dispostos na lateral de cada pneu. Lá estão descritos os códigos com as principais características estruturais do composto e suas limitações de uso.

Em um pneu com medida 150/70 17 69H, por exemplo, temos no primeiro número (150) a largura da banda de rodagem em milímetros, e logo após a indicação de sua altura lateral (70) expressa em porcentagem. No caso, esse pneumático tem 150 mm de largura e 105 mm de altura.

Na seqüência, vem a medida do aro (17 polegadas) e mais adiante (69) o índice de capacidade de carga (325 kg). Por último está o código de limite de velocidade (“H” = 210 km/h, neste caso). Vale lembrar que essas medidas geralmente variam entre marcas e modelos. Em caso de dúvidas consulte o manual do proprietário de sua motocicleta e veja as indicações do fabricante. Para sua segurança, respeite essas limitações.

Outra dica importante é fugir dos pneus remodelados. O preço é atraente, mas sua qualidade ainda é duvidosa e já teve seu uso proibido pelos órgãos de trânsito. Não se engane. Prefira os novos e de marcas mais conhecidas do mercado. Opções são o que não faltam. 

Reparos
Hoje em dia existem dezenas de produtos tidos como “milagrosos” que prometem resolver pequenos furos e vazamentos. Apesar de tentadores, os chamados “tapa-buracos” servem apenas como uma solução paliativa do problema. Durante as viagens pode ser uma boa opção carregá-los por serem ótimos “quebra-galhos”. No entanto, rode poucos quilômetros após sua aplicação.

No caso de furos em pneus com câmara, nunca faça o reparo. A melhor alternativa é trocar a câmara e pedir para que um especialista inspecione os aros em busca de possíveis danos à sua carcaça. Caso o reparo tenha que ser feito na hora, evite utilizar ferramentas pontiagudas ou cortantes para tirar o pneu do aro. Sem perceber, você pode danificar a estrutura e provocar futuros vazamentos. 
Os fabricantes alertam também para o fato de alguns pneus terem uma indicação pintada em sua lateral. Esses pequenos pontos mostram exatamente onde o pneu é mais leve em sua estrutura. Quando estiver fazendo a reposição, procure posicionar esta parte próxima à válvula de ar para não prejudicar o desbalanceamento. Outro ponto interessante é sempre que trocar um composto velho por um novo, substitua também a câmara. Invista em sua segurança.

Manutenção
Os compostos utilizados nos pneus para motos são diferentes dos usados em automóveis. Nas motocicletas, eles são mais macios e fabricados com uma camada mais fina de borracha. Em outras palavras são mais sensíveis, e, conseqüentemente, sofrem mais com o desgaste. Neste caso, a atenção do motociclista com a manutenção deve ser redobrada.

A média de vida de um pneu está na casa dos 15.000 km. No entanto, alguns fatores como tipo do desenho, tipo da pista, condições atmosféricas, características da motocicleta e estilo de pilotagem podem aumentar ou diminuir sua vida útil.  Fique atento para o desgaste excessivo ou desalinhado na banda de rodagem. Na dúvida, peça para um profissional realizar o alinhamento das rodas.

Verifique a calibragem dos pneus pelo menos uma vez por semana e respeite os valores indicados pelo manual do proprietário. Vale lembrar que a alteração de qualquer componente da roda ou pneu que não esteja de acordo com as indicações fornecidas pelo fabricante, ou mesmo a utilização de produtos com especificações diferentes (rodas e pneus com medidas distintas, por exemplo) pode resultar em uma grande dor de cabeça para o motociclista. Problemas com o consumo exagerado de combustível, falta de aderência e o desbalanceamento do conjunto (trepidação) são os mais comuns.

Antes de sair de casa, procure por bolhas ou pequenas deformações de estrutura. Pneu careca deve ser trocado, sempre!  Para saber até onde se pode rodar com segurança, procure pela sigla TWI (Tread Wear Indicator, que significa marca indicadora de desgaste dos sulcos) na lateral do pneu. O TWI mostra onde estão os filetes de borracha entre os sulcos, que servem como referência do limite de uso. Pode-se também levar como base a profundidade dos sulcos, pela legislação brasileira não pode ser inferior a 1,0 mm em motos.

Na chuva, os sulcos são de vital importância, pois têm o papel de fazer o escoamento da água, evitando assim o efeito aquaplanagem. Por último, nunca passe nenhum produto para deixar brilho na borracha. Estes são feitos à base de óleos e ceras que podem escorrer para a banda de rodagem e provocar uma queda.

Fonte: Agência Infomoto

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Os Doze Mandamentos do Motociclista

A Associação Brasileira de Motociclistas (Abram) tem uma lista com "doze mandamentos" para a segurança dos motociclistas nas ruas e nas estradas brasileiras.



1. Mantenha a motocicleta sempre em ordem
Verifique a calibragem e o estado geral dos pneus; verifique farol, setas, lanterna e luz de freio; Verifique o cabo, lonas, ou pastilhas, fluido e a regulagem se for freio hidráulico; verifique o cabo, e a regulagem da folga ideal do sistema hidráulico; verifique os amortecedores traseiros e as bengalas dianteiras quanto a vazamentos; verifique a vela, cachimbo e cabo; troque periodicamente o conjunto de coroa, corrente e pinhão; tenha sempre a mão a CNH, DUT, IPVA e o seguro obrigatório; utilize o protetor de pernas ("mata-cachorro") e antena anti- cerol.

2. Pilote utilizando equipamentos de segurança
Capacete aprovado pelo INMetro; calça e jaqueta de tecido resistente (preferencialmente de couro); use sempre botas ou sapados reforçados e luvas, de preferência de couro.

3. Reduza a velocidade
Quanto menor a velocidade, maior será o tempo disponível para lidar com o perigo de uma condição adversa ou situações inesperadas, como mudança súbita de trajetória de outro veículo.

4. Atenção e concentração
O ato de pilotar motocicletas exige muita atenção do motociclista, por isso evite se distrair.

5. Respeite a sinalização de trânsito
Conheça e respeite os sinais e as placas de trânsito.

6. Cuidado nos cruzamentos
Os cruzamentos são os locais de maior incidência de acidentes de trânsito, então redobre a sua atenção e reduza a velocidade ao se aproximar, principalmente nos cruzamentos sem sinalização de semáforos.

7. Cuidado nas ultrapassagens
Sinalize com antecedência sua manobra e certifique-se de que você realmente foi visto pelo motorista a ser ultrapassado; cuidado ao passar entre veículos, principalmente ônibus e caminhões.

8. Cuidado com pedestres
Lembre-se de que o pedestre tem prioridade no trânsito urbano; seja cordial e cuidado com os pedestres desatentos, principalmente crianças e idosos.

9. Seja visto
Ao pilotar à noite, use roupas claras e com materiais refletivos; se estiver em rodovia ligue o pisca alerta.

10. Alcoolismo
Está mais que provado que bebida e direção não combinam. Então, se beber não pilote, fique vivo no trânsito.

11. Mantenha distância
É imprescindível manter uma distância segura dos veículos à frente (cerca de cinco metros) principalmente em avenidas e rodovias.

12. Cuidado com a chuva
Redobre a atenção, reduza a velocidade e evite freadas bruscas; lembre-se de que nestas condições o tempo de frenagem é duas vezes maior que o normal.



Fonte: Abram Brasil

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Como prestar auxilio em caso de acidentes


Primeiros Socorros no Trânsito

Não movimente a vítima
A movimentação da vítima poderá causar piora de uma lesão na coluna ou em uma fratura de um braço ou perna.
A movimentação da cabeça ou do tronco de uma vítima que sofreu um acidente com impacto que deforma ou amassa veículos, ou num atropelamento, pode agravar muito uma lesão de coluna. Num acidente pode haver uma fratura ou deslocamento de uma vértebra da coluna, por onde passa a medula espinhal.
É ela que transporta todo o comando nervoso do corpo, que sai do cérebro e atinge o tronco, os braços e as pernas. Movimentando a vítima nessa situação, você pode deslocar ainda mais a vértebra lesada e danificar a medula, causando paralisia dos membros ou ainda da respiração, o que com certeza vai provocar danos muito maiores, talvez irreversíveis.
No caso dos membros fraturados, a movimentação pode causar agravamento das lesões internas no ponto de fratura, provocando o rompimento de vasos sanguíneos ou lesões nos nervos, levando a graves complicações.
Assim, a movimentação de uma vítima só deve ser realizada antes da chegada de uma equipe de socorro, se houver perigos imediatos como incêndio, perigo do veículo cair, ou seja, desde que esteja presente algum risco incontrolável.
Não havendo risco imediato, não movimente as vítimas. Até mesmo no caso das vítimas que saem andando do acidente, é melhor que não se movimentem e aguardem o socorro chegar para uma melhor avaliação. Aconselheas a aguardar sentadas no veículo, ou em outro lugar seguro.
Não tire o capacete de um motociclista
Retirar o capacete de um motociclista que se acidenta é uma ação de alto risco. A atitude será de maior risco ainda, se ele estiver inconsciente.
A simples retirada do capacete pode movimentar intensamente a cabeça e agravar lesões existentes no pescoço ou mesmo no crânio. Aguarde a equipe de socorro ou pessoas habilitadas para que eles realizem essa ação.

Não aplique torniquetes
O torniquete não deve ser realizado para estancar hemorragias externas. Atualmente este procedimento é feito só por profissionais treinados e mesmo assim, em caráter de exceção, quase nunca é aconselhado.
Não dê nada para a vítima ingerir
Nada deve ser dado para ingerir a uma vítima de acidente que possa ter lesões internas ou fraturas e certamente será transportada para um hospital. Nem mesmo água. Se o socorro já foi chamado, aguarde os profissionais que vão decidir sobre a conveniência ou não.
O motivo é que a ingestão de qualquer substância poderá interferir de forma negativa nos procedimentos hospitalares. Por exemplo, se a vítima for submetida a cirurgia, o estômago com água ou alimentos, é fator que aumenta o risco no atendimento hospitalar.
Como exceção, os casos de pessoas cardíacas que fazem uso de alguns medicamentos em situações de emergência, geralmente aplicados em baixo da língua. Não os impeça de fazer uso dos medicamentos se for rotina para eles.

Telefones uteis

190 – Polícia Militar
192 - SAMU
193 – Bombeiros
194 – Polícia de Trânsito
1527 – Polícia Rodoviária Federal (apenas para as BR’s).

Fonte: Internet


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quarta-feira, 27 de março de 2013

8 Dicas para evitar o ROUBO da motocicleta

O roubo de motos aumenta assustadoramente no Brasil e principalmente as motos de alta cilindrada – hoje as preferidas por gangueiros . Todo o cuidado é pouco, principalmente se a grana tá curtíssima para pagar um seguro. Siga algumas dicas para evitar perder a sua moto.


1. Nunca se esqueça de travar o guidão; esta é a medida mais básica e que não exige esforço nenhum, mas muitas vezes é esquecida. Com a moto desligada mas sem a o guidão travado qualquer um a pode levar, mesmo empurrando.

2. Lembre-se de retirar as chaves! Tem muita gente que desce da moto e acha que por estar bem perto dela ninguém ai mexer. Isso sem falar nos esquecidos de plantão. É muito comum estacionar a moto, retirar as chaves da ignição, abrir o compartimento traseiro para guardar as luvas ou retirar a carteira e esquecer as chaves ali. Não existe nada melhor do que isso para facilitar o trabalho dos ladrões.

3. Quando sair à noite e deixar sua moto estacionada na rua, mantenha sempre um olho na sua moto. Certifique-se, de vez em quando, se tem gente rondando sua moto. Quando voltar para casa tenha fique de olho em veículos suspeitos que possam estar te seguindo. Se perceber algo estranho siga para uma delegacia mais próxima ou posto da PM. Comunique o fato e espere um pouco para voltar a rodar. E faça um caminho diferente.

4. Procure sempre guardar a moto em garagem (ainda que por pouco tempo). Fica mais protegida e evita atrair olhares alheios. Use equipamento anti-roubo e cubra a moto com uma capa. Se não tiver alternativa que não seja deixá-la na rua, tome todas as precauções possíveis. Uma dica é remover ou desligar o sensor que fica na embreagem e que só liga a moto se o manete for acionado. Um amigo meu quase teve a moto roubada e, não aconteceu, por que na pressa , os ladrões não se tocaram disso e, logo em seguida, desistiram de tentar levar a moto.

Outra dica é nunca andar na cidade com tanque cheio. Alarmes com sensores de proximidade devem ser regulados para dar tempo de você se esconder dos ladrões. Dois minutos são o bastante para que a moto corte a ignição, isso vai dar tempo de você procurar um local seguro e chamar a polícia. Nunca vá você sozinho atrás da sua moto. Espere a ajuda da polícia.

5. Alarmes, cadeados, correntes e outros equipamentos para evitar o roubo da sua moto são sempre muito bem vindos.

6. Sempre que viajar e tiver de deixar a moto na rua, como num hotel, procure sempre uma zona com câmeras de vigilância. Se puder, ao fazer sua reserva, pergunte se existe estacionamento coberto e interno para motos. Se não existir, procure outro hotel. Ou vá de carro. Não vale a pena arriscar.

7. Tenha cuidado ao revelar informações que possam levar à descobrirem o seu endereço, especialmente na internet. Hoje em dia a participação em fóruns é muito comum e muitas vezes não lembramos que nunca sabemos quem está no outro lado. Com a febre dos vídeos dos últimos tempos, é muito frequente, por exemplo, ver posts de vídeos onde os mesmos iniciam ou terminam na casa do motociclista. É sopa no mel. Você ensina ao ladrão o caminho para ele chegar na sua casa. Já pensou nisso?

8. Se for vender a moto seja muito cauteloso com o possível comprador. Muitos roubos têm origem em falsos compradores com identidades falsas. Meu pai perdeu uma moto assim. Era uma 50cc, mas era uma moto. Procure obter o máximo de informação possível sobre a pessoa em questão. Apenas mude o registro de propriedade depois de ter o dinheiro na mão ou a confirmação do banco de que já está na sua conta. Nada de voltas de teste para quem não conhece. Perca o negócio, mas não perca a moto.

E por último: NUNCA REAJA A UM ASSALTO. NÃO ARRANQUE COM A MOTO. DESÇA E SIMPLESMENTE SOLTE A MOTO. AFASTE-SE O MAIS RÁPIDO QUE PUDER. Sua vida vale muito mais.

Fonte: http://www.luissucupira.com.br


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quinta-feira, 21 de março de 2013

Pneu Novo - Cuidado...

Pneus de motos novas devem ser desgastados nos primeiros Kms rodados.


Moto nova é sempre uma alegria. Ela está toda brilhando, e até o pneu parece que tem cêra. E tem mesmo. Muito piloto experiente vai parar no chão por causa disso.


 Fonte: G1




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quinta-feira, 14 de março de 2013

Manual o bom garupa

1. Nunca subir ou descer da Moto, sem prévio conhecimento do piloto. Já vimos muitos Motociclistas ser desequilibrado assim, sobretudo se o piso é irregular, ou o piloto tem perna curta, ou se a moto está carregada.


2. Ajudar nas manobras de entrada e saída de estacionamento, sobretudo se é necessário ‘engrenar’ a marcha ré.


3. Em movimento, evitar movimentos bruscos, do tipo olhar para trás no final das retas e dizer : “Olha que já não vejo nenhuma moto!”

4. O garupa é o tesoureiro da equipe no que toca ao pagamento de pedágios.
Deve, ter sempre à mão os meios de pagamento necessários.

5. Igualmente, é o navegador da equipe.

6. O garupa pode ajudar nas curvas, observando sempre por dentro e
apoiando-se, fortemente, em ambas as pedaleiras. A transferência de peso para as pedaleiras torna a moto mais manobrável.

7. Pela mesma razão, deve-se apoiar mais fortemente nas pedaleiras quando a moto circula, devagar, entre o trânsito.

8. Idem, quando circula em piso irregular, com a vantagem, neste caso, de levar menos pancada no lugar onde a espinha muda de nome.

9. Não adormecer nunca.

10. Nas freiadas e arrancadas deve apoiar-se nos suportes e não no
condutor.

11. Nas paradas não pôr os pés no chão, pois em vez de ajudar, só
desequilibra.

12. Em velocidade, ou se está muito vento, juntar-se o mais possível ao corpo do condutor; evita assim a oscilação.

13. A garupa está, rigorosamente, proibido de olhar para o velocímetro e expressar a sua aprovação ou reprovação com apertos de joelhos, socos nas costas, etc, etc…

14. Não esquecer que a partir dos 70-80 Km/h acaba a conversa, pois o vento não deixa.

15. Quando circula a mais de 200 Km/h (nas auto-estradas alemãs, claro), não deve acenar aos outros Motociclistas, sob pena de deslocar um braço.

16. Nas mesmas circunstâncias, evitar calçar as luvas, ajeitar o Capacete,
os óculos ou o penteado...rs

Texto extraído de www.motosblog.com.br

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Lubrificação da corrente da moto

As motocicletas utilizam três tipos de transmissão de força do motor para a roda traseira: cardã, correia e corrente. Os três tipos são bons, mas o que possui o menor custo é o que utiliza corrente e por isso mesmo é o mais presente nas motos de todas as cilindradas. Porém, essa economia tem um custo de manutenção mais elevado. O modelo que utiliza a corrente é o que mais precisa de manutenção.

Há quem use a graxa branca – que na realidade é para aplicação náutica e não para motos. Ela tem um problema: junta muita areia e resíduos e ela não penetra nas peças internas da corrente e contribui para um desgaste maior com o tempo de uso, pois quando vão lubrificar motos que usam a graxa náutica a maioria sequer retira a graxa velha – apenas joga por cima.

DICAS DE LUBRIFICAÇÃO


Primeiro coloque a moto em um cavalete que permita que fique com a roda traseira totalmente suspensa. Em seguida ligue a moto e coloque a primeira marcha. Talvez seja preciso pedir ajuda de alguém – no meu caso não foi necessário e deu para controlar a embreagem e lubrificar a corrente.

Com a roda traseira e lave com o antiferrugem toda a corrente – os quatro lados (não economize). Os dois lados superior e inferior – parte interna e os dois laterais da corrente até que perceba escorrer um líquido preto. Lave por mais um minuto e depois desligue a moto e deixe escorrer por uns cinco minutos.


Feito isso é hora de colocar o óleo. Vide a foto. Esta situação tem melhor resultado se for feito com o pneu girando. Coloque umas duas ou três tampinhas – vá soltando devagar, um fiozinho de nada até que a tampa esvazie – repita o procedimento mais duas vezes – será o suficiente. Desligue o motor.



Agora é hora da Lei da Gravidade fazer o resto. Você vai perceber que após isso você verá descer rapidamente um óleo mais fino. Este é o óleo desengripante ou antiferrugem que está sendo ‘expulso’ pelo óleo mais ‘viscoso’.

Sempre faça isso antes de viajar. Se precisar fazer isso em viagem, lubrifique quando for parar a moto de um dia para outro (leve seu kit de lubrificação e nunca use óleo velho).

Lubrifique a corrente e deixa-a descansando para pegar nela apenas no dia seguinte.Deixe a gravidade trabalhar. Mantenha a moto no cavalete por aproximadamente umas 3 a 5 horas. Você pode ainda ajudar mais – coloque no cavalete lateral para que o óleo escorra também em outro sentido.

Isso vai ajudar a escorrer todo o excesso de óleo e fazer com que a quantidade certa de lubrificante fique em toda a extensão da corrente. Sua moto pode durar mais se você cuidar bem dela. Boa viagem!

Fonte: www.motoonline.com.br


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Faça uma pausa para um Alongamento


O tempo fica mais frio e seco tornando a estação mais propícia para viajar de moto. Junte-se a isso o maior número de encontros e eventos motociclísticos que acontecem neste período. Assim, cada motociclista, tende a ficar tempo mais prolongado em suas viagens. O grau de atenção necessário somando-se à posição de pilotagem durante um longo percurso traz sempre ao motociclista um stress e um cansaço fazendo com que os seus reflexos diminuam sensivelmente. Para evitar este tipo de problema, o professor e mestre em Educação Física, Fernando Octávio da Martins elaborou algumas dicas visando amenizar os efeitos provocados por horas de pilotagem.


“É importante o motociclista ter consciência do tempo de atenção relacionado aos seus reflexos durante uma viagem. Assim sendo sugiro que para cada 1 hora e meia (máximo) ou 150 quilômetros (o que vencer primeiro) de pilotagem, seja feita uma pausa de 15 minutos aproximadamente (Ginástica de Pausa)”.


Segundo SMITH (1985): “O cérebro envia e recebe impulsos elétricos, sem ruído, durante aproximadamente 40 minutos. Decorrido este prazo os impulsos nervosos passam a ficar sujeitos a falhas de comunicação podendo ocasionar acidentes somando-se á tenção da estrada”.


Complementa ainda o Prof. Fernando Octávio: “Esta tensão é diretamente desencadeada para todo o corpo, pois este está em uma posição estática durante um período longo de tempo, provocando uma estafa muscular e aumentando a concentração de lactato nos músculos que desencadeiam dores desconfortáveis”.

A parada sugerida de 15 minutos pode ser combinada com a ingestão de líquidos nutrientes e sais minerais combinados com o abastecimento e checagem na motocicleta.

Com a moto estacionada em local firme, a mesma poderá auxiliar em algum exercício de alongamento que deverão ser feitos antes de iniciar a viagem e a cada parada sugerida. Cada alongamento deve ser feito durante pelo menos, 20 a 30 segundos para cada exercício, de cada lado.

É bom lembrar que estes exercícios não são completos. Porém, o hábito de fazê-los regularmente possibilitará viagens mais agradáveis e menos cansativas. Lembre-se de fazer o exercício repetido, durante o mesmo tempo, para cada membro.

Exercício 1
Relaxamento e alongamento da região lombar.
Apoie o abdômen sobre o banco da motocicleta, inclinando a cabeça para baixo, certificando-se que o apoio lateral está à sua frente. Este exercício poderá ser substituído sentando-se em superfície plana, com as pernas cruzadas e flexionando-se o troco para frente.

Exercício 2
Alongamento dos membros superiores e peitorais.
Apoie os braços sobre o banco da motocicleta, com um pequeno afastamento lateral das pernas, joelho semi-flexionado, e incline o tronco para baixo.

Exercício 3
Alongamento do Ombro.
Segure o guidom, encoste o joelho do lado do braço que segura o guidom no chão; mantenha a outra perna flexionada e gire o tronco para o lado oposto do braço esticado.

Exercício 4
Alongamento da face medial interna da coxa.
Como se estivesse subindo na moto, apoie a perna e joelho no banco e flexione a perna que está apoiada no chão para baixo.

Exercício 5
Alongamento posterior de coxa.
Apoie a perna no banco e tente puxar o tronco em direção ao pé.

Exercício 6
Alongamento de panturrilha.
Apoie os braços na moto, estenda uma das pernas e flexione levemente a outra. Entre com os quadris para frete sem tirar do chão o calcanhar da perna estendida.

Exercício 7
Alongamento do braço posterior (tríceps).
Por trás de sua cabeça puxe o seu cotovelo em direção ao centro da coluna vertebral.

Exercício 8
Retificação da coluna.
Com os pés ligeiramente afastados e joelhos flexionados, cruze os dedos ligando as duas mãos e, acima da cabeça. Faça um movimento como se fosse “empurrar o céu”.

Fonte: MOTO SEGURANÇA

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Dicas para andar de moto na chuva

Nesta época de verão, é muito comum chover no final da tarde, as famosas chuvas de verão. Elas se formam em menos de 15 minutos e insistem em pegar os Motociclistas de surpresa.

  • Prefira os equipamentos impermeáveis. Se você usa a moto diariamente, é vantajoso escolher uma boa jaqueta, mas que também seja impermeável. Além de te proteger nos dias de sol, ela também te protege nos dias de chuva. A principal vantagem é não ter de carregar uma capa de chuva, pois a jaqueta já cumpre o seu papel. O mesmo vale para a calça e as luvas. Já no caso das botas, exigem duas soluções: Uma é você andar com um par de botas próprias para andar de moto, e estas também serem impermeáveis. A outra é você comprar um conjunto de polainas próprias para uso com moto para cobrir o seu calçado quando começar a chover. Elas ocupam pouco espaço na mochila ou no Bauleto.
  • Tenha um bauleto. O bauleto é ótimo para guardar o Capacete, a calça, jaqueta, luvas e as botas quando você está longe da moto, e quando você está em cima da moto, ele guarda sua mochila/pasta, seu sapato e qualquer outra coisa que queira. É praticamente indispensável para quem usa a moto para ir para o trabalho e faculdade.
  • Evite a chuva. Grande parte das chuvas desta época são de curta duração. Ao primeiro sinal de que vai chover nos próximos 60 segundos, vá para algum local protegido da chuva e espere ela passar. Em 5 minutos ela para, e em mais 5, o chão já ficará suficientemente seco para que você possa continuar. Ainda que pareça perder tempo, esta atitude ainda é mais rápida do que ir de carro. (Pelo menos em São Paulo)
  • Dobre as medidas, corte pela metade os riscos. Se evitar a chuva não é possível, então encarar a chuva exige cuidado redobrado. E quando digo redobrado, falo sério: Dobre todas as medidas… Freio com o dobro da distância, acelere com o dobro de tempo, e use metade da velocidade normal, faça as curvas com metade da inclinação normal. A regra é realizar movimentos lentos e longos evitando trancos e solavancos.
  • Evite as poças, as faixas pintadas no asfalto e o barro. Todas estas superfícies oferem pouquissima aderência quando molhadas. Evite andar com os pneus da moto em cima das faixas brancas do corredor entre os carros, pois são extremamente escorregadias.
  • Mantenha a manutenção em dia. Principalmente dos pneus e freios. Na chuva é que se percebe como vale a pena manter a moto 100% em dia. Qualquer descuido na manutenção pode fazer a diferença.
Extraído do Motos Blog: DANIEL RIBEIRO

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

PILOTAR UMA MOTO REQUER MUITO CUIDADO

Pilotar uma moto requer muito CUIDADO,  mas a atenção deve ser redobrada em DIAS DE CHUVA.
Água na viseira do capacete, pouca visibilidade, pista escorregadia, buracos, além de bueiros abertos que não podem ser vistos em áreas alagadas, são alguns dos desafios enfrentados pelos condutores. Por isso, fizemos uma lista de conselhos para tornar seu trajeto mais seguro.
  • Não pilote como se estivesse pilotando em um dia ensolarado. Excesso de confiança causa acidentes.
  • Defina sua rota antes de pegar sua moto e opte por ruas menos movimentadas.
  • Use roupas apropriadas e equipamentos de segurança, pois o desconforto diminui a atenção.
  • Diminua um pouco a pressão dos pneus, pois essa situação requer mais adesão ao solo.
  • Fique atento as poças d’água. Há duas questões importantes por trás das delas. A primeira é a aquaplanagem. É quando você tenta frear mas desliza sobre a superfície da água, sabe?

Ser carona em um carro é bem diferente de ser garupa de uma moto

Sobre uma moto, a segurança na direção depende tanto do piloto quanto do seu garupa. Esse relacionamento chega a ser uma arte. Diferente do que muitos pensam, ser garupa é muito mais do que apenas sentar-se na parte traseira da moto e se deixar levar pelo motorista, é preciso que aja sincronia, atenção e responsabilidade, já que um movimento brusco ou uma atitude inadequada pode levar ambos a uma queda. O problema é que em 90% dos casos o garupa não tem ideia de como deve se comportar, por isso aqui vai algumas dicas que pode ajudar muito. 
  1. Suba na moto sempre da esquerda para direita. 
  2. Segure-se nas alças de segurança ou no piloto.
  3. Nunca suba ou desça da moto sem avisar o piloto, para que a moto não se desequilibre. 
  4. Nunca faça movimentos contrários ao do piloto. 
  5. Se o condutor faz uma curva para a esquerda, por exemplo, o garupa deve acompanhá-lo. 
  6. Se estiver sob efeito de álcool, evite andar de moto mesmo na garupa.
  7. Sente-se o mais próximo possível do piloto, evite sentar muito atrás no banco.
  8. Não coloque os pés no chão se não for a hora de descer da moto, evitando que ela se desequilibre.
  9. Evite movimentos bruscos.
  10. Nunca adormeça sobre a moto.
  11. Apoie-se fortemente nas pedaleiras.
  12. Nas freadas, apoie-se nas alças e não no piloto.
  13. Evite falar com o piloto para não tirar sua atenção.

Fonte: Internet ComMoto